segunda-feira, 21 de novembro de 2011
O Libertador
Pessoas, passam por ele em tom de desprezo
Não sabem quem é, ou o que fez da vida
Qual seria a sua história, não se sabe
E o artista pobre prolonga a sua música
Sentado de pernas cruzadas, sente o frio da calçada
A sua aparência não esconde, as dificuldades
Na cor da sua pele, dolorosas mazelas
O seu corpo raquítico, semeia a fome
E o artista pobre prolonga a sua música
Poucos são aqueles que param, para ouvir a sua voz
Uma viola com duas cordas, gasta da luta
Luvas no chão, servindo de caixa de esmolas
E o artista pobre prolonga a sua música
Pedindo algum, sempre pedindo
Não para comer, nem para beber
O seu desejo interior, queria falar mais alto
A humilde revolta dentro de si, era agora sentida
E o artista pobre pára a sua música, soltando uma voz forte e pojante justificando, que o dinheiro seria para comprar novas cordas para a sua fiel, viola...
O seu desejo era tocar para sempre e seria essa a sua paixão, o destino encarregava-se do resto.
Não sabem quem é, ou o que fez da vida
Qual seria a sua história, não se sabe
E o artista pobre prolonga a sua música
Sentado de pernas cruzadas, sente o frio da calçada
A sua aparência não esconde, as dificuldades
Na cor da sua pele, dolorosas mazelas
O seu corpo raquítico, semeia a fome
E o artista pobre prolonga a sua música
Poucos são aqueles que param, para ouvir a sua voz
Uma viola com duas cordas, gasta da luta
Luvas no chão, servindo de caixa de esmolas
E o artista pobre prolonga a sua música
Pedindo algum, sempre pedindo
Não para comer, nem para beber
O seu desejo interior, queria falar mais alto
A humilde revolta dentro de si, era agora sentida
E o artista pobre pára a sua música, soltando uma voz forte e pojante justificando, que o dinheiro seria para comprar novas cordas para a sua fiel, viola...
O seu desejo era tocar para sempre e seria essa a sua paixão, o destino encarregava-se do resto.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Passagem...
Tirada em 05/11/2011
Agarra-me no tempo
Perdido por aí
Ao toque de uma gota
Dou vida ao protector
Tenho medo, por isso escondo-me
Lá bem alto, passa por mim
O cheiro abundante, invade-me
A brisa que se quer bem, alivia-me
Toca-me na mão, levo-a à boca
Tão triste, e fresca
A água que alimenta a vida, viva
Poças de cor escura, evitadas
A calçada na qual caminho, acompanha-me
Três tristes tigres, de patas para o ar
O que tentam alcançar, não sei
Mas posso tentar imaginar, o seu desejo
domingo, 13 de novembro de 2011
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