domingo, 14 de setembro de 2014
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Desmiolados
A memória é fraca quando as pessoas não se esforçam, têm atitudes e acções parvas fingindo não se lembrar da merda que fazem, tal qual a bandeira pendurada no estendal com os sinais óbvios da presença passada de pombos. Rastejam, ganham forças e saltam, tipo as larvas que caem, só à primeira quem passa é que apanha o sinal, frustradas pá.
Pessoalmente não levo a peito quem é estranho, fosco, ou reluzente, mas sim quem é conhecido ou com algum grau de parentesco, já houve mais qualidade de vida, mas agora é sempre a descer em jeito de uma bela surfada, como o pão que eu molho no café com leite todas as manhãs, sabe bem mas faz mal, pois...de avô para pai, pai para filho, há coisas que ficam. A minha vontade mesmo era chupar aquela carraça cheia de sangue, tipo esparguete ou melhor ainda, um belo buraco negro a sugar aquele planeta cinzento, acumulado de cigarros, hummm, tão bom que seria eu, um aspirador espacial todo bonito e mimado com luzinhas de carrossel ao som de música pimba, brutal.
Bom, mas a frieza anda por aí a mostrar sinal verde por mais vermelho que tussa, cuspa, e para alguns já não há remédio, nem nada, mesmo nada, epá nem que o sol queime aquela merda, aquilo não desaparece, "fofa-se" é à pressão e tudo, ai seu eu fosse milionário...era, ponto
Pessoalmente não levo a peito quem é estranho, fosco, ou reluzente, mas sim quem é conhecido ou com algum grau de parentesco, já houve mais qualidade de vida, mas agora é sempre a descer em jeito de uma bela surfada, como o pão que eu molho no café com leite todas as manhãs, sabe bem mas faz mal, pois...de avô para pai, pai para filho, há coisas que ficam. A minha vontade mesmo era chupar aquela carraça cheia de sangue, tipo esparguete ou melhor ainda, um belo buraco negro a sugar aquele planeta cinzento, acumulado de cigarros, hummm, tão bom que seria eu, um aspirador espacial todo bonito e mimado com luzinhas de carrossel ao som de música pimba, brutal.
Bom, mas a frieza anda por aí a mostrar sinal verde por mais vermelho que tussa, cuspa, e para alguns já não há remédio, nem nada, mesmo nada, epá nem que o sol queime aquela merda, aquilo não desaparece, "fofa-se" é à pressão e tudo, ai seu eu fosse milionário...era, ponto
terça-feira, 3 de junho de 2014
Animal
Pensando em ti deparo-me a escorregar no asfalto passando para lá da berma em pensamento fugidio, e as cenouras crescem no horizonte. Falam alto, muito alto, entram que nem baratas tontas, para ambos os lados, aos tropeções ou encontrões, as baratas.
Sentam-se a mostrar as suas extensões que trazem nas antenas, cor de batata frita e caju, as extensões, deve ser coisa de família. Habituem-se se quiserem, passa mais, mas a espuma não varre o desprezo dos terceiros, a intolerância, mas eu vejo-te a comer a banana, tranquila.
A calma paira no Tejo, é domingo
O céu está nublado, ameno
A embarcação desliza pela corrente, arrastando-se
A maré enchendo, despovoada
E tu pairas sobre nós, alma
Observas atenta a tudo, imortal
Por vezes sentimos-te, aragem
Gostava de pairar sobre ti, sorridente
Lançar um piropo em jeito de, trovoada
E elas voam baixo, gaivotas
Sobrevoando a minha Margem, Sul
O entulho também respira e quanto mais perto mais se faz ouvir o ácaro, esse, espirra mas ninguém o vê, camuflado coitado, insignificante para alguns, é a vida e essa não quebra o que desejamos, apenas dá um empurrão voluntário a quem merece, mas àqueles inoportunos, um ramo de flores.
Sentam-se a mostrar as suas extensões que trazem nas antenas, cor de batata frita e caju, as extensões, deve ser coisa de família. Habituem-se se quiserem, passa mais, mas a espuma não varre o desprezo dos terceiros, a intolerância, mas eu vejo-te a comer a banana, tranquila.
A calma paira no Tejo, é domingo
O céu está nublado, ameno
A embarcação desliza pela corrente, arrastando-se
A maré enchendo, despovoada
E tu pairas sobre nós, alma
Observas atenta a tudo, imortal
Por vezes sentimos-te, aragem
Gostava de pairar sobre ti, sorridente
Lançar um piropo em jeito de, trovoada
E elas voam baixo, gaivotas
Sobrevoando a minha Margem, Sul
O entulho também respira e quanto mais perto mais se faz ouvir o ácaro, esse, espirra mas ninguém o vê, camuflado coitado, insignificante para alguns, é a vida e essa não quebra o que desejamos, apenas dá um empurrão voluntário a quem merece, mas àqueles inoportunos, um ramo de flores.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Livros lidos em 2013
O ano passado não li tanto como desejava, mas diverti-me bastante e é isso que importa.
Torn (Cemetery Dance Novella Series #23) de Lee Thomas.
The Hobbit by J.R.R. Tolkien.
As Naus, de António Lobo Antunes.
A Rapariga que Inventou um Sonho, de Haruki Murakami.
2312, de Kim Stanley Robinson
Dark Passage, de Griffin Hayes [ebook]
The Chronicles of Thomas Covenant, The Unbeliever , de Stephen R. Donaldson.
1- Lord Foul´s Bane
Consider Pheblas, de Iain M. Banks
Tresure Island, de Robert Louis Stevenson
Sôbolos Rios Que Vão, António Lobo Antunes
The Gap Into Conflict de Stephen R. Donaldson.
1- The Real Story
2- Forbidden Knowledge
O Projeto Atena, de Brad Thor
O Código Da Vinci, de Dan Brown
Os Níveis da Vida, Julian Barnes.
A Conspiração dos Antepassados, David Soares.
Plataforma, Michel Houellebecq.
BD´s
City of Dust: A Philip Krome Story Volume 1, de Steve Niles.
HOTWIRE: Requiem for the Dead, de Steve Pugh.
Torn (Cemetery Dance Novella Series #23) de Lee Thomas.
The Hobbit by J.R.R. Tolkien.
As Naus, de António Lobo Antunes.
A Rapariga que Inventou um Sonho, de Haruki Murakami.
2312, de Kim Stanley Robinson
Dark Passage, de Griffin Hayes [ebook]
The Chronicles of Thomas Covenant, The Unbeliever , de Stephen R. Donaldson.
1- Lord Foul´s Bane
Consider Pheblas, de Iain M. Banks
Tresure Island, de Robert Louis Stevenson
Sôbolos Rios Que Vão, António Lobo Antunes
The Gap Into Conflict de Stephen R. Donaldson.
1- The Real Story
2- Forbidden Knowledge
O Projeto Atena, de Brad Thor
O Código Da Vinci, de Dan Brown
Os Níveis da Vida, Julian Barnes.
A Conspiração dos Antepassados, David Soares.
Plataforma, Michel Houellebecq.
BD´s
City of Dust: A Philip Krome Story Volume 1, de Steve Niles.
HOTWIRE: Requiem for the Dead, de Steve Pugh.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Manhãs de tudo
Levanto a manta e encontro-te
Encolhida te revelas
Corada com olhos de boneca
Expressas um beijo
Sorrindo retribuo
Piscas as esferas azuis
Beijo-te e despeço-me
Tapo-te em silêncio enquanto adormeces, imagem que me acompanha durante o dia...até voltar a ver-te.
Encolhida te revelas
Corada com olhos de boneca
Expressas um beijo
Sorrindo retribuo
Piscas as esferas azuis
Beijo-te e despeço-me
Tapo-te em silêncio enquanto adormeces, imagem que me acompanha durante o dia...até voltar a ver-te.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Em tom de sintonia chamo "Lisboa"
Cidade onde nasci, me perdi e me encontrei, descobri pobreza, ansiedade, aflição e traição, mas também descobri amor, paixão e riqueza, um conjunto de alicerces inalterados pela consciência mas modificados pelo tempo. Muito me fascina e muito me toca variando em duplos tons de conceitos inovadores, mas também, bostas da sociedade, picos e picos delas espalhadas por lá infiltrando e povoando os esgotos dos cantos das ruas escuras à espera de uma esmola, carentes ou não sempre vêem ao de cima como tampas levantando voo com a enchente.
Cidade onde nasci
Cidade onde morrerei
Cidade onde me perdi
Cidade onde serei
Cidade, parte da cidade me tornarei...
Cada vez que chego ao andar da felicidade sinto a merda nas mãos, bolsos cheios de inveja e vozes mesquinhas de quem não pode ver alguém com um sorriso estampado. Enquanto lentamente fecho a porta de casa, imagino um enorme balão de hélio a bufar penetrando assim pelas portas da vizinhança, fazendo-as falar de fininho...vozes patéticas que me fariam rir.
Cidade onde nasci
Cidade onde morrerei
Cidade onde me perdi
Cidade onde serei
Cidade, parte da cidade me tornarei...
Cada vez que chego ao andar da felicidade sinto a merda nas mãos, bolsos cheios de inveja e vozes mesquinhas de quem não pode ver alguém com um sorriso estampado. Enquanto lentamente fecho a porta de casa, imagino um enorme balão de hélio a bufar penetrando assim pelas portas da vizinhança, fazendo-as falar de fininho...vozes patéticas que me fariam rir.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Pintura em acrílico #3 (Concluída)
"From Space"
Escolhi este tema para criar uma invasão alienígena à minha maneira e usei três telas.
Comecei por criar o fundo, et´s a roxo e nave ao centro com cores quentes.
Comecei por criar o fundo, et´s a roxo e nave ao centro com cores quentes.
No arco de baixo comecei a fazer a vista de cima em que ainda falta os prédios, no nível seguinte fiz a vista de frente em que os et´s se preparam para atacar a cidade.
Aqui já concluída a pintura final
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Para ti que remexes no meu passado
Que me arrepia naquela rua fria e escura
Que me faz gemer antes de acordar
Através de sonhos frios
A ansiedade que gera no meu peito
Lágrimas esquivas aos meus dedos
Um estalo neurológico de quilo e meio
Espalhado em grandes unidades
Explodindo em pequenos fragmentos
Estilhaços de merda profunda
Saídos do teu aparelho digestivo
Desejo-te uma boa endoscopia...
domingo, 5 de maio de 2013
Entrega
Serpenteia-me ao ponto de me encurralares
Atiça-me a língua com a banda sonora
Especta-me o veneno com as tuas mandíbulas
Deixa-me inconsciente e aproveita-te de mim
Delicia-te com o meu último suspiro
Deixa-me cair no cerco da tua pele
Atiça-me a língua com a banda sonora
Especta-me o veneno com as tuas mandíbulas
Deixa-me inconsciente e aproveita-te de mim
Delicia-te com o meu último suspiro
Deixa-me cair no cerco da tua pele
terça-feira, 16 de abril de 2013
Espelho Azul
Gostava de me deixar afundar no teu brilho azul, tentar ler o reflexo que transmite o desconhecido do teu ser, enviar um pedido de SOS e deixar-me socorrer pelo teu toque a penetrar-me na pele e sentir o olfacto dos teus raios loiros. Algo precioso, de verdadeiro e único nesta vida, uma pausa sentida como se o cubo ficasse preso e os dados não fossem lançados, um relâmpago parado no tempo a iluminar-nos o tecto universal.
As tuas palavras optam por um modelo
Uma onda gigante em forma de língua
Que me lambe as feridas do passado
Sinto-me fresco novamente
Apto para seguir em frente
Aventurar-me no teu sorriso
Picar-te com o meu espigão
Ficar agarrado a ti como uma peça
Quero girar à tua volta
Ver a tua forma a envelhecer
Dar uma vida à nossa
Crescer novamente
Ler os teus lábios
Compreender os teus sinais
Partilhar uma cama
Devorar o teu corpo
Aperfeiçoar a caligrafia do amor e calibrar a sua escrita, deixar-me pintar...
As tuas palavras optam por um modelo
Uma onda gigante em forma de língua
Que me lambe as feridas do passado
Sinto-me fresco novamente
Apto para seguir em frente
Aventurar-me no teu sorriso
Picar-te com o meu espigão
Ficar agarrado a ti como uma peça
Quero girar à tua volta
Ver a tua forma a envelhecer
Dar uma vida à nossa
Crescer novamente
Ler os teus lábios
Compreender os teus sinais
Partilhar uma cama
Devorar o teu corpo
Aperfeiçoar a caligrafia do amor e calibrar a sua escrita, deixar-me pintar...
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