segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Comidas #1

Este fds andava inspirado na cozinha e fiz algumas coisas deliciosas.

No sábado para o almoço fiz umas postas de espadarte em tomatada com batatas fritas em cubos.



 Ao domingo quando posso gosto de comer um bacalhau ao almoço por isso fiz um bacalhau à gomes de sá com migas e feijão frade.




Como tinha deixado algum bacalhau e batatas de parte, decidi fazer uns pasteis de bacalhau.




Depois de um passeio pelo Rio durante a tarde fiquei inspirado, tinha lá por casa duas batatas doces e uns restos de cogumelos, juntei umas coisitas e decidi fazer umas batatas recheadas. 


Fragatas Doces à lá Sharky

domingo, 14 de setembro de 2014

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Desmiolados

A memória é fraca quando as pessoas não se esforçam, têm atitudes e acções parvas fingindo não se lembrar da merda que fazem, tal qual a bandeira pendurada no estendal com os sinais óbvios da presença passada de pombos. Rastejam, ganham forças e saltam, tipo as larvas que caem, só à primeira quem passa é que apanha o sinal, frustradas pá.
Pessoalmente não levo a peito quem é estranho, fosco, ou reluzente, mas sim quem é conhecido ou com algum grau de parentesco, já houve mais qualidade de vida, mas agora é sempre a descer em jeito de uma bela surfada, como o pão que eu molho no café com leite todas as manhãs, sabe bem mas faz mal, pois...de avô para pai, pai para filho, há coisas que ficam. A minha vontade mesmo era chupar aquela carraça cheia de sangue, tipo esparguete ou melhor ainda, um belo buraco negro a sugar aquele planeta cinzento, acumulado de cigarros, hummm, tão bom que seria eu, um aspirador espacial todo bonito e mimado com luzinhas de carrossel ao som de música pimba, brutal.
Bom, mas a frieza anda por aí a mostrar sinal verde por mais vermelho que tussa, cuspa, e para alguns já não há remédio, nem nada, mesmo nada, epá nem que o sol queime aquela merda, aquilo não desaparece, "fofa-se" é à pressão e tudo, ai seu eu fosse milionário...era, ponto

terça-feira, 3 de junho de 2014

Animal

Pensando em ti deparo-me a escorregar no asfalto passando para lá da berma em pensamento fugidio, e as cenouras crescem no horizonte. Falam alto, muito alto, entram que nem baratas tontas, para ambos os lados, aos tropeções ou encontrões, as baratas. 
Sentam-se a mostrar as suas extensões que trazem nas antenas, cor de batata frita e caju, as extensões, deve ser coisa de família. Habituem-se se quiserem, passa mais, mas a espuma não varre o desprezo dos terceiros, a intolerância, mas eu vejo-te a comer a banana, tranquila.

A calma paira no Tejo, é domingo
O céu está nublado, ameno
A embarcação desliza pela corrente, arrastando-se
A maré enchendo, despovoada
E tu pairas sobre nós, alma
Observas atenta a tudo, imortal
Por vezes sentimos-te, aragem
Gostava de pairar sobre ti, sorridente
Lançar um piropo em jeito de, trovoada
E elas voam baixo, gaivotas
Sobrevoando a minha Margem, Sul

O entulho também respira e quanto mais perto mais se faz ouvir o ácaro, esse, espirra mas ninguém o vê, camuflado coitado, insignificante para alguns, é a vida e essa não quebra o que desejamos, apenas dá um empurrão voluntário a quem merece, mas àqueles inoportunos, um ramo de flores.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Livros lidos em 2013

O ano passado não li tanto como desejava, mas diverti-me bastante e é isso que importa.

Torn (Cemetery Dance Novella Series #23) de Lee Thomas.
The Hobbit by J.R.R. Tolkien.
As Naus, de António Lobo Antunes.
A Rapariga que Inventou um Sonho, de Haruki Murakami.
2312, de Kim Stanley Robinson
Dark Passage, de Griffin Hayes [ebook]

The Chronicles of Thomas Covenant, The Unbeliever , de Stephen R. Donaldson.
1- Lord Foul´s Bane

Consider Pheblas, de Iain M. Banks
Tresure Island, de Robert Louis Stevenson
Sôbolos Rios Que Vão, António Lobo Antunes

The Gap Into Conflict de Stephen R. Donaldson.
1- The Real Story
2- Forbidden Knowledge

O Projeto Atena, de Brad Thor
O Código Da Vinci, de Dan Brown
Os Níveis da Vida, Julian Barnes.
A Conspiração dos Antepassados, David Soares.
Plataforma, Michel Houellebecq.


BD´s
City of Dust: A Philip Krome Story Volume 1, de Steve Niles.
HOTWIRE: Requiem for the Dead, de Steve Pugh.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Manhãs de tudo

Levanto a manta e encontro-te 
Encolhida te revelas
Corada com olhos de boneca
Expressas um beijo
Sorrindo retribuo 
Piscas as esferas azuis
Beijo-te e despeço-me

Tapo-te em silêncio enquanto adormeces, imagem que me acompanha durante o dia...até voltar a ver-te.



sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Em tom de sintonia chamo "Lisboa"

Cidade onde nasci, me perdi e me encontrei, descobri pobreza, ansiedade, aflição e traição, mas também descobri amor, paixão e riqueza, um conjunto de alicerces inalterados pela consciência mas modificados pelo tempo. Muito me fascina e muito me toca variando em duplos tons de conceitos inovadores, mas também, bostas da sociedade, picos e picos delas espalhadas por lá infiltrando e povoando os esgotos dos cantos das ruas escuras à espera de uma esmola, carentes ou não sempre vêem ao de cima como tampas levantando voo com a enchente.

Cidade onde nasci
Cidade onde morrerei
Cidade onde me perdi
Cidade onde serei

Cidade, parte da cidade me tornarei...


Cada vez que chego ao andar da felicidade sinto a merda nas mãos, bolsos cheios de inveja e vozes mesquinhas de quem não pode ver alguém com um sorriso estampado. Enquanto lentamente fecho a porta de casa, imagino um enorme balão de hélio a bufar penetrando assim pelas portas da vizinhança, fazendo-as falar de fininho...vozes patéticas que me fariam rir.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Pintura em acrílico #3 (Concluída)

"From Space"


Escolhi este tema para criar uma invasão alienígena à minha maneira e usei três telas.

Comecei por criar o fundo, et´s a roxo e nave ao centro com cores quentes.



No arco de baixo comecei a fazer a vista de cima em que ainda falta os prédios, no nível seguinte fiz a vista de frente em que os et´s se preparam para atacar a cidade.



Aqui já concluída a pintura final



Já fixadas no hall de entrada






segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Para ti que remexes no meu passado

Que me arrepia naquela rua fria e escura
Que me faz gemer antes de acordar 

Através de sonhos frios 
A ansiedade que gera no meu peito
O pânico quando abro os olhos 
Lágrimas esquivas aos meus dedos
Um estalo neurológico de quilo e meio
Espalhado em grandes unidades
Explodindo em pequenos fragmentos
Estilhaços de merda profunda
Saídos do teu aparelho digestivo 

Desejo-te uma boa endoscopia...

domingo, 5 de maio de 2013

Entrega

Serpenteia-me ao ponto de me encurralares
Atiça-me a língua com a banda sonora

Especta-me o veneno com as tuas mandíbulas
Deixa-me inconsciente e aproveita-te de mim
Delicia-te com o meu último suspiro
Deixa-me cair no cerco da tua pele