terça-feira, 24 de novembro de 2015

Livros lidos em 2014

Colisão, de Jeff Abbott. 
Leitura de fácil compreensão e uma história que cativa desde o início, jogos de gato e rato, boas tramas. Não gostei que o autor tenha repetido o número "três" em várias situações, era desnecessário, tirando isso e algumas palavras repetidas(talvez derivado da tradução) é um livro porreiro, uma boa aposta.
4/5* 

O Voluntário de Auschwitz, de Witold Pilecki

Este livro/relatório não é para pessoas sensíveis, é explicito contendo várias descrições de como morrer num campo de...extermínio. Experiências sexuais e médicas pelo meio, torturas, abusos, mas não se resume só a isso, temos também artimanhas de como se sobreviveu naquele campo e na pele do sr. "Witold Pilecki," capitão do Exército do Estado clandestino polaco, um verdadeiro herói que se infiltrou no campo para mostrar ao mundo exterior do horror e do macabro, do companheirismo e das dificuldades, da sobrevivência de alguns e morte de muitos.
Altamente recomendável, 5/5*

O Homem Sombra, de Dashiell Hammett.Esperava mais, soube a pouco, o desenrolar podia ser mais puxado com situações mais frias e violentas e não tipo "paninhos quentes" por todo lado. Achei piada ao comportamento do casal Nick e Nora Charles, bem humorados, talvez fosse da quantidade de bebidas ingeridas, lol?

Lê-se bem e não se perde o fio à meada, bem estruturado, boa narrativa, alguns personagens até cativam de certo modo, 3/5*

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, de Joël Dicker.

Gostei mas arrasta-se um pouco, cativa, leitura rápida e de fácil compreensão. Dei-lhe 4/5*

11.22.63, Stephen King

Epá, esperava mais, mas não era palha, mas sim material do bom 2/5*

To Kill A Mockingbird, de Harper Lee.

Bem escrito, leitura agradável, o que não há para gostar? 4/5*


Foi um ano ocupado noutras cenas, mas ainda assim não deixei a leitura de lado :)







terça-feira, 11 de novembro de 2014

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Comidas #1

Este fds andava inspirado na cozinha e fiz algumas coisas deliciosas.

No sábado para o almoço fiz umas postas de espadarte em tomatada com batatas fritas em cubos.



 Ao domingo quando posso gosto de comer um bacalhau ao almoço por isso fiz um bacalhau à gomes de sá com migas e feijão frade.




Como tinha deixado algum bacalhau e batatas de parte, decidi fazer uns pasteis de bacalhau.




Depois de um passeio pelo Rio durante a tarde fiquei inspirado, tinha lá por casa duas batatas doces e uns restos de cogumelos, juntei umas coisitas e decidi fazer umas batatas recheadas. 


Fragatas Doces à lá Sharky

domingo, 14 de setembro de 2014

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Desmiolados

A memória é fraca quando as pessoas não se esforçam, têm atitudes e acções parvas fingindo não se lembrar da merda que fazem, tal qual a bandeira pendurada no estendal com os sinais óbvios da presença passada de pombos. Rastejam, ganham forças e saltam, tipo as larvas que caem, só à primeira quem passa é que apanha o sinal, frustradas pá.
Pessoalmente não levo a peito quem é estranho, fosco, ou reluzente, mas sim quem é conhecido ou com algum grau de parentesco, já houve mais qualidade de vida, mas agora é sempre a descer em jeito de uma bela surfada, como o pão que eu molho no café com leite todas as manhãs, sabe bem mas faz mal, pois...de avô para pai, pai para filho, há coisas que ficam. A minha vontade mesmo era chupar aquela carraça cheia de sangue, tipo esparguete ou melhor ainda, um belo buraco negro a sugar aquele planeta cinzento, acumulado de cigarros, hummm, tão bom que seria eu, um aspirador espacial todo bonito e mimado com luzinhas de carrossel ao som de música pimba, brutal.
Bom, mas a frieza anda por aí a mostrar sinal verde por mais vermelho que tussa, cuspa, e para alguns já não há remédio, nem nada, mesmo nada, epá nem que o sol queime aquela merda, aquilo não desaparece, "fofa-se" é à pressão e tudo, ai seu eu fosse milionário...era, ponto

terça-feira, 3 de junho de 2014

Animal

Pensando em ti deparo-me a escorregar no asfalto passando para lá da berma em pensamento fugidio, e as cenouras crescem no horizonte. Falam alto, muito alto, entram que nem baratas tontas, para ambos os lados, aos tropeções ou encontrões, as baratas. 
Sentam-se a mostrar as suas extensões que trazem nas antenas, cor de batata frita e caju, as extensões, deve ser coisa de família. Habituem-se se quiserem, passa mais, mas a espuma não varre o desprezo dos terceiros, a intolerância, mas eu vejo-te a comer a banana, tranquila.

A calma paira no Tejo, é domingo
O céu está nublado, ameno
A embarcação desliza pela corrente, arrastando-se
A maré enchendo, despovoada
E tu pairas sobre nós, alma
Observas atenta a tudo, imortal
Por vezes sentimos-te, aragem
Gostava de pairar sobre ti, sorridente
Lançar um piropo em jeito de, trovoada
E elas voam baixo, gaivotas
Sobrevoando a minha Margem, Sul

O entulho também respira e quanto mais perto mais se faz ouvir o ácaro, esse, espirra mas ninguém o vê, camuflado coitado, insignificante para alguns, é a vida e essa não quebra o que desejamos, apenas dá um empurrão voluntário a quem merece, mas àqueles inoportunos, um ramo de flores.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Livros lidos em 2013

O ano passado não li tanto como desejava, mas diverti-me bastante e é isso que importa.

Torn (Cemetery Dance Novella Series #23) de Lee Thomas.
The Hobbit by J.R.R. Tolkien.
As Naus, de António Lobo Antunes.
A Rapariga que Inventou um Sonho, de Haruki Murakami.
2312, de Kim Stanley Robinson
Dark Passage, de Griffin Hayes [ebook]

The Chronicles of Thomas Covenant, The Unbeliever , de Stephen R. Donaldson.
1- Lord Foul´s Bane

Consider Pheblas, de Iain M. Banks
Tresure Island, de Robert Louis Stevenson
Sôbolos Rios Que Vão, António Lobo Antunes

The Gap Into Conflict de Stephen R. Donaldson.
1- The Real Story
2- Forbidden Knowledge

O Projeto Atena, de Brad Thor
O Código Da Vinci, de Dan Brown
Os Níveis da Vida, Julian Barnes.
A Conspiração dos Antepassados, David Soares.
Plataforma, Michel Houellebecq.


BD´s
City of Dust: A Philip Krome Story Volume 1, de Steve Niles.
HOTWIRE: Requiem for the Dead, de Steve Pugh.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Manhãs de tudo

Levanto a manta e encontro-te 
Encolhida te revelas
Corada com olhos de boneca
Expressas um beijo
Sorrindo retribuo 
Piscas as esferas azuis
Beijo-te e despeço-me

Tapo-te em silêncio enquanto adormeces, imagem que me acompanha durante o dia...até voltar a ver-te.



sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Em tom de sintonia chamo "Lisboa"

Cidade onde nasci, me perdi e me encontrei, descobri pobreza, ansiedade, aflição e traição, mas também descobri amor, paixão e riqueza, um conjunto de alicerces inalterados pela consciência mas modificados pelo tempo. Muito me fascina e muito me toca variando em duplos tons de conceitos inovadores, mas também, bostas da sociedade, picos e picos delas espalhadas por lá infiltrando e povoando os esgotos dos cantos das ruas escuras à espera de uma esmola, carentes ou não sempre vêem ao de cima como tampas levantando voo com a enchente.

Cidade onde nasci
Cidade onde morrerei
Cidade onde me perdi
Cidade onde serei

Cidade, parte da cidade me tornarei...


Cada vez que chego ao andar da felicidade sinto a merda nas mãos, bolsos cheios de inveja e vozes mesquinhas de quem não pode ver alguém com um sorriso estampado. Enquanto lentamente fecho a porta de casa, imagino um enorme balão de hélio a bufar penetrando assim pelas portas da vizinhança, fazendo-as falar de fininho...vozes patéticas que me fariam rir.