Colisão, de Jeff Abbott.
Leitura de fácil compreensão e uma história que cativa desde o início, jogos de gato e rato, boas tramas. Não gostei que o autor tenha repetido o número "três" em várias situações, era desnecessário, tirando isso e algumas palavras repetidas(talvez derivado da tradução) é um livro porreiro, uma boa aposta.
4/5*
O Voluntário de Auschwitz, de Witold Pilecki
Este livro/relatório não é para pessoas sensíveis, é explicito contendo várias descrições de como morrer num campo de...extermínio. Experiências sexuais e médicas pelo meio, torturas, abusos, mas não se resume só a isso, temos também artimanhas de como se sobreviveu naquele campo e na pele do sr. "Witold Pilecki," capitão do Exército do Estado clandestino polaco, um verdadeiro herói que se infiltrou no campo para mostrar ao mundo exterior do horror e do macabro, do companheirismo e das dificuldades, da sobrevivência de alguns e morte de muitos.
Altamente recomendável, 5/5*
O Homem Sombra, de Dashiell Hammett.Esperava mais, soube a pouco, o desenrolar podia ser mais puxado com situações mais frias e violentas e não tipo "paninhos quentes" por todo lado. Achei piada ao comportamento do casal Nick e Nora Charles, bem humorados, talvez fosse da quantidade de bebidas ingeridas, lol?
Lê-se bem e não se perde o fio à meada, bem estruturado, boa narrativa, alguns personagens até cativam de certo modo, 3/5*
A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert, de Joël Dicker.
Gostei mas arrasta-se um pouco, cativa, leitura rápida e de fácil compreensão. Dei-lhe 4/5*
11.22.63, Stephen King
Epá, esperava mais, mas não era palha, mas sim material do bom 2/5*
To Kill A Mockingbird, de Harper Lee.
Bem escrito, leitura agradável, o que não há para gostar? 4/5*
Foi um ano ocupado noutras cenas, mas ainda assim não deixei a leitura de lado :)
terça-feira, 24 de novembro de 2015
segunda-feira, 27 de abril de 2015
terça-feira, 11 de novembro de 2014
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Comidas #1
Este fds andava inspirado na cozinha e fiz algumas coisas deliciosas.
No sábado para o almoço fiz umas postas de espadarte em tomatada com batatas fritas em cubos.
Ao domingo quando posso gosto de comer um bacalhau ao almoço por isso fiz um bacalhau à gomes de sá com migas e feijão frade.
Como tinha deixado algum bacalhau e batatas de parte, decidi fazer uns pasteis de bacalhau.
Depois de um passeio pelo Rio durante a tarde fiquei inspirado, tinha lá por casa duas batatas doces e uns restos de cogumelos, juntei umas coisitas e decidi fazer umas batatas recheadas.
Fragatas Doces à lá Sharky
domingo, 14 de setembro de 2014
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Desmiolados
A memória é fraca quando as pessoas não se esforçam, têm atitudes e acções parvas fingindo não se lembrar da merda que fazem, tal qual a bandeira pendurada no estendal com os sinais óbvios da presença passada de pombos. Rastejam, ganham forças e saltam, tipo as larvas que caem, só à primeira quem passa é que apanha o sinal, frustradas pá.
Pessoalmente não levo a peito quem é estranho, fosco, ou reluzente, mas sim quem é conhecido ou com algum grau de parentesco, já houve mais qualidade de vida, mas agora é sempre a descer em jeito de uma bela surfada, como o pão que eu molho no café com leite todas as manhãs, sabe bem mas faz mal, pois...de avô para pai, pai para filho, há coisas que ficam. A minha vontade mesmo era chupar aquela carraça cheia de sangue, tipo esparguete ou melhor ainda, um belo buraco negro a sugar aquele planeta cinzento, acumulado de cigarros, hummm, tão bom que seria eu, um aspirador espacial todo bonito e mimado com luzinhas de carrossel ao som de música pimba, brutal.
Bom, mas a frieza anda por aí a mostrar sinal verde por mais vermelho que tussa, cuspa, e para alguns já não há remédio, nem nada, mesmo nada, epá nem que o sol queime aquela merda, aquilo não desaparece, "fofa-se" é à pressão e tudo, ai seu eu fosse milionário...era, ponto
Pessoalmente não levo a peito quem é estranho, fosco, ou reluzente, mas sim quem é conhecido ou com algum grau de parentesco, já houve mais qualidade de vida, mas agora é sempre a descer em jeito de uma bela surfada, como o pão que eu molho no café com leite todas as manhãs, sabe bem mas faz mal, pois...de avô para pai, pai para filho, há coisas que ficam. A minha vontade mesmo era chupar aquela carraça cheia de sangue, tipo esparguete ou melhor ainda, um belo buraco negro a sugar aquele planeta cinzento, acumulado de cigarros, hummm, tão bom que seria eu, um aspirador espacial todo bonito e mimado com luzinhas de carrossel ao som de música pimba, brutal.
Bom, mas a frieza anda por aí a mostrar sinal verde por mais vermelho que tussa, cuspa, e para alguns já não há remédio, nem nada, mesmo nada, epá nem que o sol queime aquela merda, aquilo não desaparece, "fofa-se" é à pressão e tudo, ai seu eu fosse milionário...era, ponto
terça-feira, 3 de junho de 2014
Animal
Pensando em ti deparo-me a escorregar no asfalto passando para lá da berma em pensamento fugidio, e as cenouras crescem no horizonte. Falam alto, muito alto, entram que nem baratas tontas, para ambos os lados, aos tropeções ou encontrões, as baratas.
Sentam-se a mostrar as suas extensões que trazem nas antenas, cor de batata frita e caju, as extensões, deve ser coisa de família. Habituem-se se quiserem, passa mais, mas a espuma não varre o desprezo dos terceiros, a intolerância, mas eu vejo-te a comer a banana, tranquila.
A calma paira no Tejo, é domingo
O céu está nublado, ameno
A embarcação desliza pela corrente, arrastando-se
A maré enchendo, despovoada
E tu pairas sobre nós, alma
Observas atenta a tudo, imortal
Por vezes sentimos-te, aragem
Gostava de pairar sobre ti, sorridente
Lançar um piropo em jeito de, trovoada
E elas voam baixo, gaivotas
Sobrevoando a minha Margem, Sul
O entulho também respira e quanto mais perto mais se faz ouvir o ácaro, esse, espirra mas ninguém o vê, camuflado coitado, insignificante para alguns, é a vida e essa não quebra o que desejamos, apenas dá um empurrão voluntário a quem merece, mas àqueles inoportunos, um ramo de flores.
Sentam-se a mostrar as suas extensões que trazem nas antenas, cor de batata frita e caju, as extensões, deve ser coisa de família. Habituem-se se quiserem, passa mais, mas a espuma não varre o desprezo dos terceiros, a intolerância, mas eu vejo-te a comer a banana, tranquila.
A calma paira no Tejo, é domingo
O céu está nublado, ameno
A embarcação desliza pela corrente, arrastando-se
A maré enchendo, despovoada
E tu pairas sobre nós, alma
Observas atenta a tudo, imortal
Por vezes sentimos-te, aragem
Gostava de pairar sobre ti, sorridente
Lançar um piropo em jeito de, trovoada
E elas voam baixo, gaivotas
Sobrevoando a minha Margem, Sul
O entulho também respira e quanto mais perto mais se faz ouvir o ácaro, esse, espirra mas ninguém o vê, camuflado coitado, insignificante para alguns, é a vida e essa não quebra o que desejamos, apenas dá um empurrão voluntário a quem merece, mas àqueles inoportunos, um ramo de flores.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Livros lidos em 2013
O ano passado não li tanto como desejava, mas diverti-me bastante e é isso que importa.
Torn (Cemetery Dance Novella Series #23) de Lee Thomas.
The Hobbit by J.R.R. Tolkien.
As Naus, de António Lobo Antunes.
A Rapariga que Inventou um Sonho, de Haruki Murakami.
2312, de Kim Stanley Robinson
Dark Passage, de Griffin Hayes [ebook]
The Chronicles of Thomas Covenant, The Unbeliever , de Stephen R. Donaldson.
1- Lord Foul´s Bane
Consider Pheblas, de Iain M. Banks
Tresure Island, de Robert Louis Stevenson
Sôbolos Rios Que Vão, António Lobo Antunes
The Gap Into Conflict de Stephen R. Donaldson.
1- The Real Story
2- Forbidden Knowledge
O Projeto Atena, de Brad Thor
O Código Da Vinci, de Dan Brown
Os Níveis da Vida, Julian Barnes.
A Conspiração dos Antepassados, David Soares.
Plataforma, Michel Houellebecq.
BD´s
City of Dust: A Philip Krome Story Volume 1, de Steve Niles.
HOTWIRE: Requiem for the Dead, de Steve Pugh.
Torn (Cemetery Dance Novella Series #23) de Lee Thomas.
The Hobbit by J.R.R. Tolkien.
As Naus, de António Lobo Antunes.
A Rapariga que Inventou um Sonho, de Haruki Murakami.
2312, de Kim Stanley Robinson
Dark Passage, de Griffin Hayes [ebook]
The Chronicles of Thomas Covenant, The Unbeliever , de Stephen R. Donaldson.
1- Lord Foul´s Bane
Consider Pheblas, de Iain M. Banks
Tresure Island, de Robert Louis Stevenson
Sôbolos Rios Que Vão, António Lobo Antunes
The Gap Into Conflict de Stephen R. Donaldson.
1- The Real Story
2- Forbidden Knowledge
O Projeto Atena, de Brad Thor
O Código Da Vinci, de Dan Brown
Os Níveis da Vida, Julian Barnes.
A Conspiração dos Antepassados, David Soares.
Plataforma, Michel Houellebecq.
BD´s
City of Dust: A Philip Krome Story Volume 1, de Steve Niles.
HOTWIRE: Requiem for the Dead, de Steve Pugh.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Manhãs de tudo
Levanto a manta e encontro-te
Encolhida te revelas
Corada com olhos de boneca
Expressas um beijo
Sorrindo retribuo
Piscas as esferas azuis
Beijo-te e despeço-me
Tapo-te em silêncio enquanto adormeces, imagem que me acompanha durante o dia...até voltar a ver-te.
Encolhida te revelas
Corada com olhos de boneca
Expressas um beijo
Sorrindo retribuo
Piscas as esferas azuis
Beijo-te e despeço-me
Tapo-te em silêncio enquanto adormeces, imagem que me acompanha durante o dia...até voltar a ver-te.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Em tom de sintonia chamo "Lisboa"
Cidade onde nasci, me perdi e me encontrei, descobri pobreza, ansiedade, aflição e traição, mas também descobri amor, paixão e riqueza, um conjunto de alicerces inalterados pela consciência mas modificados pelo tempo. Muito me fascina e muito me toca variando em duplos tons de conceitos inovadores, mas também, bostas da sociedade, picos e picos delas espalhadas por lá infiltrando e povoando os esgotos dos cantos das ruas escuras à espera de uma esmola, carentes ou não sempre vêem ao de cima como tampas levantando voo com a enchente.
Cidade onde nasci
Cidade onde morrerei
Cidade onde me perdi
Cidade onde serei
Cidade, parte da cidade me tornarei...
Cada vez que chego ao andar da felicidade sinto a merda nas mãos, bolsos cheios de inveja e vozes mesquinhas de quem não pode ver alguém com um sorriso estampado. Enquanto lentamente fecho a porta de casa, imagino um enorme balão de hélio a bufar penetrando assim pelas portas da vizinhança, fazendo-as falar de fininho...vozes patéticas que me fariam rir.
Cidade onde nasci
Cidade onde morrerei
Cidade onde me perdi
Cidade onde serei
Cidade, parte da cidade me tornarei...
Cada vez que chego ao andar da felicidade sinto a merda nas mãos, bolsos cheios de inveja e vozes mesquinhas de quem não pode ver alguém com um sorriso estampado. Enquanto lentamente fecho a porta de casa, imagino um enorme balão de hélio a bufar penetrando assim pelas portas da vizinhança, fazendo-as falar de fininho...vozes patéticas que me fariam rir.
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